Uai, Cappelli: enquanto você fala, Celina trabalha pelo Distrito Federal

Governadora acompanha obras, fiscaliza investimentos e amplia estruturas públicas, enquanto adversário aposta em ataques e silêncios convenientes


Uai, Cappelli: enquanto você fala, Celina trabalha pelo Distrito Federal Enquanto Celina Leão acompanha obras, fiscaliza investimentos e amplia os serviços públicos, Ricardo Cappelli aposta em ataques e silêncios politicamente convenientes.
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Uai, tem político que prefere colocar a botina, visitar obra e cobrar serviço. E tem político que parece mais confortável diante de uma câmera, repetindo ataques e tentando transformar qualquer assunto em palanque eleitoral.

No Distrito Federal, essa diferença está cada vez mais evidente.

De um lado, a governadora Celina Leão percorre as regiões administrativas, acompanha investimentos, fiscaliza obras e cobra resultados das equipes responsáveis. Do outro, Ricardo Cappelli tenta construir sua candidatura ao Governo do Distrito Federal por meio de críticas constantes, como se falar mais alto fosse suficiente para demonstrar capacidade de gestão.

Mas o brasiliense sabe distinguir discurso de entrega.

Nesta semana, Celina Leão vistoriou o andamento das obras da nova Unidade de Pronto Atendimento de Taguatinga, um equipamento que ampliará a estrutura de urgência e emergência da região. A governadora também acompanhou as construções da nova sede da 12ª Delegacia de Polícia e do novo 2º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal.

Não foi passeio para fotografia nem agenda montada apenas para rede social. Foi acompanhamento de investimentos públicos, cobrança de cronograma e fiscalização presencial daquilo que será entregue à população.

Na área da saúde, Celina também acompanhou as intervenções no Hospital Materno Infantil de Brasília. O HMIB passa por um processo de modernização, com melhorias em setores assistenciais e a reforma completa da cozinha da unidade, garantindo uma estrutura mais adequada para trabalhadores e pacientes.

Celina resumiu sua postura com uma frase direta: “Problema não se esconde. A gente enfrenta e resolve.”

A declaração revela um modelo de governo baseado em presença e responsabilidade. A governadora não permanece distante, esperando relatórios chegarem ao gabinete. Ela vai às unidades, conversa com servidores, acompanha as intervenções e exige que o dinheiro público resulte em estruturas melhores para a população.

Enquanto isso, Cappelli tenta ocupar o debate público com ataques.

Criticar adversários é um direito democrático. Porém, quem pretende governar Brasília precisa apresentar mais do que discursos, vídeos e frases de efeito. Precisa mostrar experiência administrativa, propostas viáveis e coerência política.

E é justamente no terreno da coerência que Cappelli precisa prestar esclarecimentos.

O pré-candidato usou durante meses o caso envolvendo o BRB e o Banco Master como uma de suas principais armas contra o Governo do Distrito Federal. Fez declarações, ataques e cobranças públicas. Entretanto, reportagem apontou que o entusiasmo de Cappelli sobre o assunto diminuiu depois que seu nome surgiu em conversas atribuídas a personagens relacionados ao caso.

As mensagens, por si só, não comprovam irregularidade. Mas o silêncio político gera uma pergunta inevitável: por que Cappelli, tão barulhento quando o tema atingia seus adversários, ficou mais discreto quando os questionamentos se aproximaram dele?

Uai, criticar os outros é fácil.

Difícil é manter o mesmo tom quando chega a própria vez de responder.

Celina Leão, por sua vez, segue apresentando uma agenda concreta. A gestão trabalha na construção de novas unidades de saúde, abertura de leitos, contratação de profissionais, modernização de hospitais e ampliação da rede de atendimento.

A diferença está diante dos olhos da população: Celina apresenta obras; Cappelli oferece discursos. Celina fiscaliza serviços; Cappelli administra ataques. Celina percorre hospitais, UPAs, delegacias e batalhões; Cappelli percorre redes sociais em busca de um assunto capaz de impulsionar sua candidatura.

O Distrito Federal não pode ser tratado como laboratório de marketing eleitoral. Brasília precisa de gestão, liderança e conhecimento da realidade das cidades.

Cappelli tem o direito de ser candidato, mas precisa compreender que oposição não significa atacar tudo o que está sendo construído. Quem deseja assumir o Palácio do Buriti deve demonstrar preparo para administrar uma capital complexa, com demandas na saúde, segurança, mobilidade, educação e infraestrutura.

Até agora, Celina Leão tem mostrado presença e capacidade de articulação. A governadora acompanha as obras, cobra os responsáveis e mantém o governo concentrado na ampliação dos serviços públicos.

Cappelli, ao contrário, ainda parece preso à estratégia de apontar o dedo.

Uai, desse jeito não dá.

Brasília não precisa de um comentarista profissional dos atos do governo. Precisa de alguém disposto a trabalhar, assumir responsabilidades e entregar resultados.

E, nesse quesito, Celina Leão está várias BOTINAS à frente.




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