Cristiano Severo defende BRB e diz que salvação do banco devolveu confiança aos servidores
Bancário afirmou que empregados viveram período de angústia durante crise envolvendo o Banco Master e cobrou responsabilização de todos os envolvidos
Cristiano Severo diz que BRB recuperou confiança após crise e cobra responsabilização dos envolvidos O bancário e sindicalista Cristiano Severo afirmou, durante entrevista ao programa Vozes da Comunidade, que a solução construída para evitar a liquidação do BRB devolveu confiança aos servidores, aposentados e clientes do Banco de Brasília. Segundo ele, o clima interno da instituição era de forte apreensão diante da crise envolvendo a compra de ativos do Banco Master, mas mudou após o avanço do acordo que garantiu a continuidade do banco.
Cristiano relatou que os empregados do BRB viveram dias de medo, insegurança e adoecimento emocional. Ele criticou duramente a gestão do ex-presidente Paulo Henrique Costa, citando denúncias de assédio moral, pressão sobre funcionários e falhas graves de governança. Para o bancário, o episódio expôs a necessidade de reforçar mecanismos de compliance e, principalmente, proteger os trabalhadores que atuam na análise técnica de operações sensíveis.
Durante a entrevista, Severo defendeu que o BRB continua sendo economicamente viável e socialmente indispensável ao Distrito Federal. Ele lembrou que o banco opera programas sociais, oferece atendimento onde instituições privadas muitas vezes não chegam e tem papel estratégico no crédito, na economia local e na vida de milhares de famílias. “O BRB é de Brasília e está a serviço da população do Distrito Federal”, afirmou.
O sindicalista também cobrou a responsabilização dos envolvidos nas irregularidades e a recuperação dos recursos desviados. Segundo ele, salvar o banco foi apenas a primeira etapa. Agora, o desafio é garantir que todos os responsáveis sejam investigados, punidos e que o dinheiro retorne aos cofres da instituição e, consequentemente, à população do DF.
Para Cristiano Severo, a mobilização dos empregados, incluindo a carreata em defesa do banco, demonstrou que o BRB não é apenas uma instituição financeira, mas um patrimônio público com impacto direto na economia, nos servidores e nos programas sociais do Distrito Federal.




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