Senador Wilder Morais defende ampliação de recursos para atendimentos dos Bombeiros Militares

O senador Wilder Morais apresentou parecer favorável ao Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 18/2021


Senador Wilder Morais defende ampliação de recursos para atendimentos dos Bombeiros Militares Projeto amplia possibilidade de recursos para atendimentos de emergência dos Bombeiros.

Que autoriza os serviços de atendimento pré-hospitalar realizados pelos Corpos de Bombeiros Militares dos estados e do Distrito Federal a receberem recursos provenientes de emendas parlamentares destinadas à saúde. A proposta altera a Lei Complementar nº 141/2012 e busca fortalecer o atendimento de urgência e emergência prestado pelas corporações em todo o país. 

Relator da matéria na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal, Wilder Morais destacou no parecer a importância estratégica dos atendimentos realizados pelos bombeiros militares, sobretudo em situações de acidentes, tragédias, resgates e ocorrências que exigem resposta rápida do poder público. Segundo o senador, a medida reconhece oficialmente o papel desempenhado pelas corporações na preservação de vidas e na redução de sequelas em atendimentos de urgência. 

No texto, o parlamentar ressalta que a iniciativa fortalece a integração entre saúde, segurança pública e defesa civil, permitindo que estruturas já existentes possam ser ampliadas e modernizadas com apoio de recursos oriundos de emendas parlamentares. 

O parecer também destaca que o projeto estabelece critérios rigorosos para que os recursos sejam utilizados exclusivamente em atendimentos pré-hospitalares integrados ao Sistema Único de Saúde (SUS), sob supervisão do Ministério da Saúde. 

De acordo com o relatório, permanecem fora das ações e serviços públicos de saúde despesas relacionadas à remuneração de pessoal ativo e inativo dos bombeiros, além de investimentos que não estejam diretamente ligados aos atendimentos de urgência e emergência. A medida, segundo Wilder Morais, garante segurança jurídica e evita que atividades típicas de segurança pública sejam enquadradas indevidamente como despesas da saúde. 

O senador também argumenta que o fortalecimento da atuação integrada entre diferentes áreas do poder público é essencial para ampliar a capacidade de resposta do Estado em situações críticas, além de contribuir para maior eficiência na aplicação dos recursos públicos. O projeto segue agora para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) antes de ser apreciado pelo plenário do Senado.




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