Senadora recua após denúncia baseada em fake news

Após pressão da Associação Brasileira de Portais de Notícias, senadora pediu o arquivamento da representação no MPF e publicou nota de esclarecimento depois da repercussão envolvendo denúncias sem provas divulgadas pelo Vero Mentiras.


Senadora recua após denúncia baseada em fake news Após pressão da ABBP e forte repercussão no meio político e jornalístico do DF, a senadora Leila pediu o arquivamento da representação baseada em denúncias divulgadas pelo Vero Mentiras.. (Pedro França/Agência Senado)

Após pressão da Associação Brasileira de Portais de Notícias, senadora pediu o arquivamento da representação no MPF e publicou nota de esclarecimento depois da repercussão envolvendo denúncias sem provas divulgadas pelo Vero MENTIRAS.

A senadora Leila Barros foi obrigada a recuar após a forte repercussão envolvendo acusações feitas contra a Associação Brasileira de Portais de Notícias (ABBP) e veículos associados à entidade. O caso ganhou dimensão política e jurídica depois que a parlamentar utilizou um ofício do Senado Federal para pedir apuração sobre denúncias divulgadas pelo portal Vero Notícias.

A movimentação da senadora acabou gerando forte reação dos dirigentes da ABBP, que acusaram o conteúdo de ser baseado em informações falsas e ataques direcionados contra empresas de comunicação independentes do Distrito Federal. Nos bastidores, integrantes da associação afirmam que Leila acabou dando legitimidade institucional a acusações sem provas concretas.

Diante da repercussão negativa e da pressão exercida pela entidade e pelos portais envolvidos, a senadora publicou uma nota de esclarecimento e solicitou o arquivamento do pedido de apuração encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF).

O episódio também ampliou a crise envolvendo o chamado “Blog do Gim”, citado por integrantes da ABBP como alvo de investigação da Polícia Federal em apurações relacionadas ao suposto uso de milhões de reais para ataques políticos e campanhas de desgaste contra adversários e instituições do DF.

Apesar do recuo da parlamentar, a ABBP e os portais atingidos informaram que ingressaram com ações cíveis e criminais contra os responsáveis pela divulgação das acusações. A entidade afirma que a utilização da estrutura institucional do Senado para ampliar denúncias sem comprovação provocou danos à imagem das empresas de comunicação associadas.

Nos bastidores políticos de Brasília, o caso é visto como mais um capítulo da disputa entre grupos políticos e setores da imprensa digital do Distrito Federal às vésperas das eleições de 2026.


Nota da Senadora





COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.